Lugares pouco conhecidos pelos brasileiros, mas que eu adorei e recomendo

Lugares pouco visitados por nós brasileiros que possuem certa “má fama”, buscam seu “lugar ao sol” como destino de férias.

Resolvi fazer esse texto para divulgar alguns lugares que eu já tive a oportunidade de conhecer, mas que muita gente perguntava o que eu ia fazer lá. Não entendiam que era de férias.

Sabemos que todos os lugares do mundo tem “problemas”, então antes de escolher algum destino, ou recusá-lo pesquise bastante para não ser uma decisão infundada, por fatos que aconteceram há muito tempo.

Ruínas no Camboja. O país tem uma sangrenta história de ditadura que deixou milhões de mortos. Felizmente esse passado está enterrado e o turismo e a prosperidade florescem no país. Falei mais do Camboja aqui.

Aproveite e se faça essa pergunta :

Por que você viaja?

Eu viajo por mil motivos. Desde os mais pessoais e íntimos até os mais politicamente corretos. Viajando de modo sustentável eu posso ajudar a combater a pobreza, fomentar a paz, estabilizar tensões, compreender melhor os povos, a história e os problemas, e ainda enxergar meu país com outros olhos.

Não tenho a menor intenção em te colocar em perigo. Todos os países aqui, quando eu fui me senti bastante segura, sem medo ou algo do tipo. No entanto, como a realidade é cambiante te aconselho a pesquisar sobre o país no ato da marcação da viagem. Um país pode ser bem tranquilo hoje, e amanhã estourar uma guerra civil, ou algum surto de alguma doença séria. Então pesquise antes.

Ou faça igual eu fiz quando fui pra Índia. Era meu sonho visitar esse destino, mas eu estava com muitas dúvidas e inseguranças sobre isso, então optei por ir de excursão. Viagens de grupos são notoriamente mais seguras, e te preservam ao máximo.

No Taj Mahal, Agra, Índia, com uma família super simpática que pediu pra tirar foto. Viajamos pela agência de viagens australiana Intrepid Travel.

Essa lista não está em ordem de preferência.

1- Bolívia

Vista de La Paz, Bolívia

Infelizmente tem brasileiro que vê nossa vizinha Bolívia como um país feio, perigoso e nada turístico. Apesar do país ser o mais pobre da América do Sul ele é muitíssimo interessante e bonito. Um lugar no mundo que escancara a sua natureza selvagem.

Flamingos no altiplano boliviano

É exótico, tem paisagens extraordinário, dá para ver neve e a cordilheira dos andes gastando pouco, há ruínas de civilizações que existiam antes dos europeus chegarem à América do Sul, lagoas coloridas e uma exuberante vida selvagem.

Fauna na Bolívia

O céu mais bonito e uma das paisagens mais belas estão aqui, como o Salar de Uyuni e o Lago Titicaca (que vi pelo lado peruano).

Foto do Salar de Uyuni não pode faltar. Você sabia que A NASA usa o Salar na Bolívia para descobrir e ajustar o posicionamento de seus satélites, uma vez que é imóvel e facilmente detectável?

Dica de Ouro: fiquei hospedada nos hotéis da Rede Tayka. São hotéis bonitos, confortáveis e cada região tem um nome específico. Sal, Pedra, Deserto, Vulcão…

Mapa retirado do site https://www.rutaverdebolivia.com/pt-br/tayka-hotels/

2- Nicarágua

Outro país que tem má fama entre nós brasileiros.

Mas fique tranquilo, pois eu confesso que mal sabia da existência desse país antes de começar a planejar minha viagem para a Costa Rica, na América Central.

Fizemos um bate e volta da Costa Rica até a Nicarágua e te falo que foi um dos dias mais legais da viagem.

Saímos antes do sol nascer e pegamos a estrada interamericana, que segue até o Alasca.
A Nicarágua é o maior país da América Central, tem cerca de 20 vulcões, sendo 7 deles ativos.

Ao fundo o Vulcão Concepción, Nicarágua

Começamos o passeio pela pequena cidade de Catarina, com vista para um lindo lago na cratera de um vulcão extinto.

Laguna de Apoyo, Catarina, Nicarágua

Depois seguimos até um Parque Nacional onde fica o majestoso vulcão Masaya. É um vulcão totalmente Ativo, com lava e gases emanando de sua imensa cratera, que vimos com segurança do mirante.

Almoçamos no mercado central e partimos para a cidade de Granada, uma das cidades coloniais mais belas e antigas da América Latina. Uma verdadeira jóia!

Granada, Nicarágua
Granada, Nicarágua

Ao entardecer navegamos pelo Grande Lago Nicarágua, onde vimos também uma ilha formada por um vulcão, chamada Ometepe. Confesso que passei menos tempo que eu gostaria aqui, e com certeza espero voltar à América Central com mais tempo.

Vulcão Concepción, na Ilha Ometepe, Nicarágua

Vimos tanta vida, tanta natureza!

3- Bósnia e Herzegovina

A Bósnia e Herzegovina é um país localizado na península balcânica, no sudeste da Europa. Sua área rural abriga aldeias medievais, rios e lagos, além dos acidentados Alpes Dináricos.

Aqui narrei meu roteiro nos Bálcãns. O país, que viu o número de visitantes crescer nos últimos cinco anos tem como a tradição seu ponto forte. Posso afirmar que vejo a Bósnia e Herzegovina como um país europeu de 30 anos atrás, ou seja, com seus antigos costumes preservados.

Escola em estilo Mouro, em Mostar, Bósnia e Herzegovina.

Achamos Mostar exuberante, e a vila de Pocitelj bem fofa e pitoresca. Pena que não rodamos mais pelo país.

46 por cento da população da Bósnia e Herzegovina é muçulmana.

Dizem que Sarajevo é chamada de “Córdoba balcânica”; e a cidade de Visegrad possui bonitas pontes, além das peregrinações católicas a Medugorje, a Lourdes bósnia.

Ponte icônica em Mostar, Bósnia-Herzegovina

4- Palestina

A primeira coisa que vem a sua cabeça quando se fala a palavra Palestina é Faixa de Gaza?

Se olharmos o mapa a gente percebe que Gaza é uma coisa, e o resto da Palestina, onde estão Jerusalém, Belém, Jericó, Rio Jordão, é outra. (Eu mesma olhei o mapa antes de vir pra cá, para me assegurar disso). Todas essas cidades palestinas são incríveis e é realmente necessária a visita, porque têm muita cultura, história árabe, cristã, muçulmana…”, etc.

Visitando a Igreja da Natividade, Belém, Palestina

Uma coisa que eu sempre falo de todos os lugares, e que vale pra cá também: visitar um lugar é conhecer melhor o problema que estão vivendo e não só o que te contam na televisão, muitas vezes de forma exagerada e sensacionalista.

Belém, Palestina

Falei mais sobre a Palestina aqui.

5- Etiópia

Ao comprarmos a passagem para a Índia tivemos a oportunidade de ficar um tempo em Addis Ababa, capital da Etiópia.
A Etiópia fica no nordeste da África e mudou muito desde os anos 80, com aquele estigma de desnutrição e fome.


Atualmente se desenvolve bastante, e sendo um dos únicos países africanos que não foi colonizado por europeus a cultura etíope se mantém milenar (a Itália até tentou mas ficou pouco tempo por aqui).
Berço do café, do ethio-jazz e com uma gastronomia única, é também sede da União Africana, uma organização que busca um continente próspero e pacífico, integrado economicamente e culturalmente.

A língua aqui falada é o amárico (não confundir com aramaico), com um alfabeto diferente do nosso com uma sonoridade impossível de entender. Porém muita gente fala inglês por aqui. Eu diria que bem mais que no Brasil.

Tomoca Coffee ቶሞካ ቡና, Adis Abeba, Etiópia. Onde tomei o melhor café da minha vida.

Os etíopes têm uma relação bastante diferente com o tempo: eles seguem o seu próprio calendário, o que significa que enquanto estamos em 2020, eles ainda estão em 2012, e o ano deles possui 13 meses.
Ah, e começam a contar as horas do dia a partir do nascer do sol, e não da meia-noite.
O país tem a maioria da população cristã ortodoxa e existem referências à Etiópia na Bíblia, sendo que muitos cientistas consideram que a humanidade começou aqui.

Fomos ao Museu Nacional e conhecemos Lucy, uma australopiteco que parece ser nossa prima distante com 3,2 milhões de anos.

Ela foi nomeada em homenagem à canção dos Beatles “Lucy in the Sky of Diamonds”, que era tocada durante a celebração da descoberta desse sítio arqueológico.


Lucy no Museu Nacional da Etiópia

Depois do museu fomos à catedral onde Haile Selassie, ex-imperador etíope foi coroado.

Muitos acreditam que ele é o herdeiro de uma dinastia cujas origens remontam ao Rei Salomão e à Rainha de Sabá além de ser reverenciado como o messias que retornou, prometido pela Bíblia. Seu nome de batismo? Tafari. Magestade Tafari, ou em amárico, RasTafari. Isso mesmo, dele surgiu o movimento Rastafari tão difundido por Bob Marley.

Catedral onde RasTafari foi coroado

Ficou faltando visitar um monte de coisa no país. Como por exemplo, as igrejas monolíticas milenares esculpidas na rocha de Lalibela, um santuário cristão ortodoxo, também chamado de Jerusalém da África, Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO é a atração mais procurada do país.
O continente africano é mesmo um destino exuberante e mesmo com tanta exploração inconsequente de sua biodiversidade continua resistindo.
Um lugar de contrastes, com tradições imutáveis ao passar dos séculos.
Despedi-me do amistoso povo etíope pronunciando as palavras na língua amárica : dehna hunu e ahmesugenalew
Adeus e obrigada.

Brasil e Etiópia numa selfie no museu!

6- Myanmar

Vistando Templos no Myanmar.

O principal fator que afasta os turistas daqui, é que o país é considerado estar vivendo uma guerra civil. Mas fiquem tranquilos, o país é enorme, tendo uma área que corresponde a duas vezes a área da Alemanha, e as regiões de conflitos estão muito longe das cidades mais turísticas. Ah, mas e se por engano eu passar ali perto da guerra? Não! Nem sem querer um estrangeiro pode chegar até lá, pois existe forte controle policial e “checkpoints” nas estradas que vão dar nesses lugares.

As cidades mais turísticas são Yangon, Bagan, Inle Lake, Mandalay e as praias de Nagapali. Nós conhecemos apenas as duas primeiras, com o total de quase uma semana, mas a gente pensa em voltar.

Mais dicas e detalhes do Myanmar aqui.

E por aqui vimos muito menos turistas estrangeiros que nos outros países do sudeste asiático. Ou seja, o país ainda é muito verdadeiro, com sua identidade completamente preservada. Eu costumo dizer que Myanmar parece o Vietnam de 30 anos atrás.

Birmanesas e brasileiras nos templos em Bagan, Myanmar

7- Vietnam

Quando alguém fala a palavra Vietnam o que vem à cabeça? Rambo, Apocalipse Now e Guerra?

Hanoi, sua capital é chamada de “A velha Dama do Oriente”. Que cidade de personalidade!

Pelas ruas do Vietnam

Antiga capital do Vietnã do Norte (comunista, apoiado por China e URSS), Hanói tornou-se capital da atual República Socialista do Vietnã depois de vencer o Vietnã do Sul (apoiado pelos EUA) na Guerra que o mundo conhece por “Guerra do Vietnam” e eles chamam por “Guerra dos Estados Unidos” – apenas uma pequena mudança de nome de país que muda completamente o sentido e principalmente a referência daquilo que se propõe a ter um real significado hegemônico. Com certeza resignifica a história e o imaginário.

Confesso que me causou sentimentos paradoxais, uma mistura de estresse e contentamento, pois tinha sido, até naquele momento, a cidade mais caótica visitada.

No entanto, outras cenas cotidianas que resistiam ao tempo, de uma beleza singela, ganhava nossa atenção, despertando total afeto pela cidade. Imaginem o seguinte: Uma pessoa carregando hortaliças nos ombros, distribuídos em dois cestos de palha atrelados a um bambu ou levando flores em uma bicicleta, usando o tradicional chapéu em formato cônico.


Toda paisagem aqui é típica da Ásia que a gente viu nos filmes antigos.

O país tem inúmeras atrações Imperdíveis como por exemplo um dos lugares mais cênicos que eu já estive na vida: Halong Bay!

Localizada no norte do país, concentra milhares de ilha e rochas calcárias em meio a um mar azul-esverdeado.

Dentro de uma caverna na região de Halong Bay, Vietnam

Pegamos um trem e chegamos à pequena Cidade Antiga de Hoi An.

Pela janela do trem no Vietnam

Que cidade pitoresca, perfeita para mergulhar no passado cheio de tradições.

Ah, a cidade é bem mais tranquila que Ha Noi, e está na lista de Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e exibe construções históricas lindas, com uma atmosfera bem genuína.

Casamento vietnamita, Hoi An, Vietnam

Meu marido passou o Halloween na Antiga Saigon, Ho Chi Minh. Apesar de ser tão animada quanto Hanói, exibe um maior contraste entre o oriente e o ocidente.

Também costumo dizer que o Vietnam de hoje é a Tailândia de 30 anos atrás.

8- Laos

O país é considerado a mais cintilante jóia do Mekong, o mais famoso rio do Sudeste Asiático.

Rio Mekong. Nasce no Planalto do Tibete e depois percorre a província chinesa de Yunnan, além de Myanmar, Tailândia, Laos, Camboja e Vietnam.

Vimos um país que tem um povo simpático, uma atmosfera tranquila e, infelizmente muito pouco conhecido.


Muitas vezes, alguns países só ganham notoriedade quando participam de Copas do Mundo. O Laos, infelizmente, nunca participou de nenhuma, ainda mais ocupando a 176 ª posição no ranking da Fifa. Ainda bem que temos o turismo para divulgar lugarzinhos tão distantes do mundo e que merecem reconhecimento e atenção.

Pôr do sol do Monte Phousi ພະທາດພູສີ, em Luang Prabang, Laos
Subimos uma trilha para assistir ao Pôr do sol em Luang Prabang, Laos.
Templo budista de Wat Xieng Thong, Luang Prabang, Laos

O Laos pouco aparece nas mídias e só é lembrado pelo triste recorde de “país mais bombardeado de todos os tempos” – (isso aconteceu durante a Guerra do Vietnã, uma guerra contra os comunistas levada a cabo pelos Estados Unidos, há cerca de quatro décadas).

Luang Prabang, “a mais bem preservada cidade dos tempos da Indochina colonial” – segundo a UNESCO – tem, além de bonitos templos que remontam tempos antes da colonização francesa, cafés charmosos, borboletas por todos os lados e casas coloniais. O lugar conta com tudo isso já seria motivo de sobra para vir pra cá. Mas tem muito mais. A cidade também é famosa pelas suas trilhas, ciclismo, kayak e maravilhosas cachoeiras, com água azul-turquesa e natureza em estado bruto. O turismo faz isso com a gente : sentimos uma atmosfera tão pacífica em um país que tem um passado tão triste.

Mercado noturno no Laos.

A cidade é totalmente “afrancesada”. Há bulevares de aspecto parisiense, formando uma mistura de arquitetura neo-colonial e influência oriental. Imperdível!

Pelas ruas de Luang Prabang, Laos

9- Colômbia

Cada vez mais a Colômbia recebe turistas brasileiros.

Mas muitas pessoas ainda tem dúvida se o país é seguro. Aposto que todo mundo ainda se lembra das sinistras reportagens sobre violência urbana e tráfico de drogas nos anos 80 do século passado, com um traficante famoso que até virou série de TV.

Mas de 1990 para cá, muita coisa mudou no país! O país está cada vez mais moderno, seguro, alegre e muito interessante.

Desfile de carnaval em Barranquilla, Colômbia

Cartagena das Índias é maravilhosa, festeira, e me surpreendeu positivamente.

Ela tem todos os ingredientes de cidade perfeita pra mim. Colorida, riquíssima culturalmente, praiana, cheia de bares e restaurantes ótimos, e bem acessível financeiramente, com programas para todos os bolsos.

E o programa aqui é assistir ao pôr do sol das muralhas, no Café del Mar, Cartagena das Índias, Colômbia

Já San Andres é uma ilha de localização bem remota, com praias de tirar o fôlego de tão bonitas. O mar aqui é conhecido como o mar das 7 cores.

Ilha de San Andres, Caribe, Colômbia.
San Andres, Caribe, Colômbia

O país ainda conta com outras inúmeras atrações, inclusive sua capital cosmopolita, Bogotá.

10 – Cuba

A gente ouve falar da revolução Cubana, dizendo o quanto o país se fechou, do embargo sofrido, das sanções impostas às liberdades individuais aqui.

Em Cuba, faça que nem os cubanos

O fato é que Cuba é muitíssimo interessante. E não é só eu quem estou dizendo.

Carrão em Havana, Cuba

Cuba foi colocada na seleta lista dos 25 destinos mais populares do mundo, correspondendo ao Prêmio Traveler’s Choice Awards do TripAdvisor, o maior site de viagens do mundo.

Vale de Viñales, Cuba. Caminhadas em área rural repleta de palmeiras conhecida pela produção de charuto.

E porque é tão interessante assim? Acho que essa resposta deve ser buscada por você, durante a viagem. No entanto, posso adiantar a maravilhosa cultura, tranquilidade e segurança, e as magníficas praias do país.

Varadero, Caribe, Cuba
Praça da Catedral, Havana, Cuba
Foto em restaurante em Cuba

Menção honrosa: Cidade do Rio de Janeiro- RJ, Brasil

Vendo a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar do Botafogo Praia Shopping

Tanto em Minas Gerais quanto em São Paulo, vira e mexe minhas rodas de conversa desembocam em alguém exclamar: Sou doida pra conhecer o Rio de Janeiro, mas é muito perigoso!

Pôr do sol em Ipanema, vendo o morro Dois Irmãos, Rio de Janeiro

O Brasil de modo geral tem questões sérias sobre violência urbana, principalmente nas capitais, e o Rio de Janeiro não é diferente.

Vendo o Pão de Açúcar, do Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil

Mas, se você se cercar com os cuidados básicos (que você deve ter em qualquer lugar do mundo) , não deixe de vir pois o Rio de Janeiro é realmente “a” Cidade Maravilhosa.

Pelas ruas do bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro.

Lembrando que ela foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade, com o nome “Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar”, classificada pela UNESCO e categorizada também como uma Paisagem Cultural. Em 18 de janeiro de 2019, a cidade foi eleita pela UNESCO como a primeira Capital Mundial da Arquitetura. Por aqui você curte praias, parques, natureza, bares, museus, compras e muito mais.

Assistindo ao pôr do sol na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, Brasil. Nunca fui à Santorini, mas parece, não parece?

Coloquei mais dicas sobre o Rio de Janeiro aqui.

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