Um sonho de viagem: Visitando Itália, Vaticano, Áustria, Liechtenstein, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, França, Espanha e Portugal

Esse roteiro foi um divisor de águas na minha vida de viajante. Foi depois dessa imersão cultural que eu despertei completamente e percebi que percorrer todos os lugares possíveis e imagináveis é possível!

Eu em Luxemburgo em minha segunda Eurotrip

A idéia nesse texto não é dar muitas dicas de hotéis e restaurantes, nem como chegar, porque, são muitos, e o texto ficaria extenso demais, e sim mostrar os lugares maravilhosos que passamos, para inspirar a sua viagem. Foram 10 países, mais de 30 cidades e cerca de 4500 km! Foi muito chão!

Nossa rota de viagem!

Nós fomos de excursão, organizada pela agência Intermezzo Turismo, de Juiz de Fora. Meus pais estavam fazendo aniversário de casamento e me convidaram para ir junto. Eu fiz um planejamento e lá fui eu!

Nosso ônibus de excursão!

A viagem foi inesquecível, nossa guia, a Amália, era uma Portuguesa com especialização em Turismo e História, então cada cantinho visitado tinha uma explicação super impressionante, enriquecendo absurdamente a experiência.

Penso em um dia escrever um texto específico sobre cada local visitado, com mais detalhes, pois são tantos lugares maravilhosos, mas estou aguardando voltar para fazer isso.

De todos esses lugares lindos, voltei apenas, até agora, a Roma, Veneza, Florença, Innsbruck e Paris, então poderá ter algumas fotos das outras vezes, para tentar deixar o texto mais completo.

Então lá vai:

Roma

Começamos por Roma, e a primeira impressão já foi a melhor possível. O dia estava lindo e quente e realmente ela faz jus ao nome de “cidade eterna”.

Forum Romano

E aqui fizemos tudo a pé. Nosso hotel era bem próximo do Coliseu, numa localização perfeita. Então a dica que eu dou é andar, andar, andar. A cidade é um museu a céu aberto. Em qualquer lugar que você olha tem alguma coisa de 2500 anos. Sem contar que vira e mexe os arqueólogos descobrem algo de grande valor arquitetônico e histórico enterrado por aqui.

Em frente a embaixada brasileira em Roma, Itália

É uma cidade maravilhosa, impressionante. Destaco para a Basílica de Santa Maria Maior, Igreja de São João de Latrão, Arco de Constantino e Coliseu (paramos e entramos), Circo Máximo, Domus Flavia Augustana, Ilha Tiberina, Trastevere, Castelo do Santo Anjo e Panteão.

Panteão de Roma, templo construído em
118-128 (parece que está faltando número aqui, né?)
Fontana de Trevi. Torcendo para voltar mais vezes

E por aqui ficamos cerca de 3 noites. Foi um bom período, mas claro que se ficasse mais tempo, teria mais coisa para se fazer.

Protestos de trabalhadores na Piazza del Popolo, Itália

Da outra vez que voltamos aqui, fiquei mais 2 noites e aproveitei para fazer um bate e volta de Roma para Nápoles e Pompeia e foi espetacular. Com certeza, merece um texto especial.

Na avenida principal de Pompeia

Estado do Vaticano

Esse dia foi um dos mais esperados da viagem. Dia de conhecer o Vaticano. Visitamos a Capela Sistina, Museu do Vaticano, e as Praça e Igreja de São Pedro por dentro, com direito a ver o Papa!

Aguardando a hora de ver o Papa, Vaticano

Aqui a dica é tentar subir à Cúpula da Basílica.

O site para o Museu do Vaticano está aqui.

Pietà de Michelangelo. Escultura perfeita localizada na Igreja de São Pedro

Saímos de Roma e fomos a caminho de Florença, e na estrada passamos por belíssimas cidades romanas.

Do ônibus vendo a vila de Pitigliano, Itália

Florença

E aqui visitamos tudo que tínhamos direito: Igreja de Santa Cruz, o famoso Batistério, a Praça “della Signoria”, a Ponte “Vecchio” e a Igreja di San Miniato al Monte. A gente cogitou visitar os museus da Galeria dos Uffizzi, da Academia ou do Palácio Pitti, mas preferimos “bater perna” pela cidade.

Santa Maria del Fiori, Piazza del Duomo, 50122 Firenze FI, Itália
Vista linda de Florença da Praça Michelangelo
Meu pai na Piazza del Mercato Nuovo, em frente à Fontana del Porcellino, Florença

Aqui tem mais dicas de Florença

Florença é uma cidade bem grande, mas mesmo assim, ainda é super fácil andar pelo centrinho, nosso hotel estava por ali.

Detalhes da Igreja de Santa Croce

Florença | Pádua | Veneza (Mestre)

Após o café da manhã, partimos para Pádua (Padova em italiano), onde visitamos a Basílica e o Túmulo de Santo Antônio.

Basílica de Santo Antonio de Pádua. Entre outras coisas, a cidade é conhecida por ser a cidade onde Santo Antônio famoso franciscano português (também conhecido como Santo Antônio de Lisboa – cidade onde nasceu em 1195) passou parte de sua vida e faleceu em 1231. A data de sua morte, 13 de junho, é festejada pelos paduanos como a festa del Santo.
Minha mãe em “Prato della Valle”, Praça em Padova

Depois de Padova, prosseguimos para Veneza, e o nosso ônibus ficou estacionado em Tronchetto, uma ilha artificial na lagoa veneziana, localizada na ponta mais ocidental da ilha principal de Veneza. Essa ilha foi criada na década de 1960 e agora é usada como um estacionamento para turistas, que não podem levar seus veículos para a cidade.

Então aqui pegamos um barco privado e passando pelo Canal Grande e pela Ponte de Rialto, chegamos à Praça de São Marcos, onde apreciamos a famosa Basílica, o Campanário, o Palácio Ducal e a Ponte dos Suspiros, símbolos de muita riqueza da época.

E aqui também fizemos tradicional passeio em “gôndola” pelos típicos canais. E ficamos hospedados em Veneza-Mestre.

Mais informações detalhadas sobre Veneza clique aqui.

O cair da noite, Veneza, Itália
Veneza no Por do sol!

De Veneza (Mestre), passando por Cortina D’Ampezzo (Itália) para Innsbruck (Áustria)

Essa região foi uma das partes mais bonitas da viagem. Atravessamos as Dolomitas, que são uma cadeia montanhosa dos Alpes no norte da Itália. Então nessa área passamos por Cortina d’Ampezzo (estação de esqui ainda localizada no Vêneto, no município de Belluno), e pelas comunas de Dobbiaco e Brunico, ( ambas já na região de Trentino-Alto Ádige, província de Bolzano). Como um céu azul deixa a viagem mais animada!

Meus pais em Bolzano, Norte da Itália

Depois entramos na Áustria e passamos pela famosa ponte Europa, o viaduto mais alto dos Alpes.

E finalmente chegamos à Innsbruck, capital do Tirol. Passeamos por esta charmosa cidade, que é bem próxima da sede da fábrica da Swarovski.

Colar Swarovski, à venda
Innsbruck, Austria

À noite, assistimos a um animado espetáculo de folclore tipico do Tirol. Foi aí que descobri o que significa a palavra tirolesa (hahaha). A tirolesa é uma atividade esportiva de aventura originária dessa região, do Tirol, na Áustria.

De Innsbruck (Áustria), para Vaduz (Liechtenstein) e Zurique (Suíça)

E por aqui também, pela janela do ônibus, vimos paisagens estonteantes. Passamos pelo vale do Rio Inn através de bucólicas paisagens tipicamente alpinas. Passamos pelo Túnel de Arlberg (sob o Monte de São Cristóvão) e por Feldkirch para chegada ao Principado do Liechtenstein. Paramos em sua capital, Vaduz.

Pouca gente conhece esse país, mas super vale a pena dar uma passada por aqui, se você estiver indo da Áustria para a Suíça ou vice versa.

Castelo de Liechtenstein

Algumas informações interessantes sobre esse pequeno principado:

  • em 1712 o príncipe Johann Adam Andreas de Liechtenstein comprou ($) Vaduz e outra cidade próxima;
  • em 1719 os territórios se tornaram o Principado Imperial de Liechtenstein.
  • em 1806 o Principado de Liechtenstein se tornou um estado soberano;
  • em 1868 o exército deste pequenino país foi abolido;
  • em 1990 Liechtenstein se torna membro da ONU;

Depois seguimos viagem para Zurique, na Suíça.

Paisagem típica Suíça

Para o meu completo espanto a capital da Suíça não é Zurique, e sim Berna.

Paramos e demos um breve passeio pelo centrinho e seguimos para Lucerna, também na Suíça

Zurique | Lucerna

Dizem que Lucerna é a cidade mais fotografada da Suíça, construída às margens do Lago de Lucerna, ou Lago dos Quatro Cantões.

Essas águas vêm de fiordes da Suíça central, e foi a partir daqui que se formou a aliança de vários cantões que estiveram na origem da Confederação Helvética, precursora da moderna Suíça. Cantão é um tipo de divisão administrativa de um país, utilizada na Suíça e em Luxemburgo.

Kapellbrücke, Lucerna

Já a Antiga Confederação Helvética existiu entre o século XIII até 1798, quando foi invadida por Napoleão Bonaparte, transformada na República Helvética, que teve curta duração.

Acho que Lucerna foi uma das cidades mais pitorescas (e lindas) que eu já visitei até hoje .

Passeamos a pé pelo centro da cidade com destaque para a linda Kapellbrücke (ponte de madeira) e para o célebre monumento do Leão Moribundo.

Nessa noite o jantar foi típico suíço, com direito a fondue

A paisagem dos Alpes é definitivamente espetacular.

Céu claro em Lucerna, Suíça

Lucerna | Luxembrugo | Bruxelas

Depois do café da manhã, passamos por Basileia e saímos da Suíça. Acordei na Suíça, almocei em Luxemburgo e dormi na Bélgica. Rs

Luxemburgo é outro país minúsculo que quase ninguém ouve falar.

Essa região foi historicamente habitada por tribos francas e posteriormente incorporada ao “Sacro Império Romano-Germânico” de Carlos Magno. Em 963 d.c. o conde de Ardennes fundou o país, que anos mais tarde ganhou independência como um grão-ducado. Em 1948 se uniu com Bélgica e Holanda, numa união alfandegária, o conhecido “Benelux”. Hoje Luxemburgo é membro da União Europeia e um centro financeiro importante, sendo o único Grão ducado do mundo.

Refugiados em Luxemburgo

Depois, prosseguimos para Bruxelas, na Bélgica.

Parque do Cinquentenário, Bélgica
Bruxelas é a sede da União Européia
Palácio Real de Bruxelas

Chegamos mais tarde que o previsto, pois a viagem atrasou, e infelizmente não consegui ver o Atomium. À noite, jantamos próximo à Grand Place e o famoso Manekken Pis que também estavam localizados bem perto do nosso hotel.

Manneken Pis (traduzido da língua flamenga, “garoto a urinar”) é um monumento localizado no Centro de Bruxelas, na Bélgica. É uma pequena fonte em bronze de um menino fazendo xixi na bacia da fonte. É o mais conhecido símbolo do povo de Bruxelas, bem como de seu bom humor e de sua liberdade de pensamento.

Fiquei devendo uma nova visita à Bruxelas, sem dúvidas!

Grand-Place de Bruxelas (neerlandês: Grote Markt; português: Praça Grande) é a praça central de Bruxelas. Nela ficam a Câmara Municipal e a Casa do Rei. Alguns autores, entre os quais Victor Hugo, consideram-na a mais bela praça do mundo. Foi inscrita em 1998 na lista de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO.

Bruxelas | Bruges | Paris

Após o café da manhã, saímos em direção à Bruges, cidade linda ao norte da região de Flandres. Conhecida como berço da pintura flamenga e importante cidade comercial na época medieval. Então passeamos a pé por esta pitoresca cidade e o legal é que estava tendo uma feira na praça principal.

Bruges é conhecida como Veneza Belga, por causa de seus canais

Almoçamos, curtimos a cidade e mais para o final da tarde seguimos para Paris.

Chegamos à noitinha e já fomos direto fazer um inesquecível cruzeiro no rio Sena nos famosos Bateaux-Mouches para ver Paris iluminada.

Cruzeiro pelo Rio Sena

Esse passeio foi incrível, recomendo muito. Você vai vendo as pessoas curtindo a cidade, vendo o quanto ela é especial, e entendendo porque é uma das cidades mais visitadas do mundo.

Vendo a Catedral de Notre Dame de Paris
Pessoas dançando nas ruas. Final do verão em Paris

E ficamos três noites por aqui. Já vim aqui três vezes, e sempre que tenho oportunidade aproveito e volto. Qualquer coisa que eu falar da cidade vai parecer cliché, retirado de algum guia turístico né?

Visitamos seus monumentos e museus, passeamos pelos seus bairros mais charmosos como o dos estudantes em St. Germain ou dos artistas em Montmartre, vendo a linda Basílica de Sacré Coeur. Aproveitamos intensamente cada segundo por aqui. Todo mundo sabe que Paris é um importante centro da moda, arte, gastronomia, turismo e do comércio, e a verdade é que apesar de sempre tentar visitar algum ponto turístico, o que mais me apetece é andar simplesmente pelos lugares comuns. Pra mim a cidade é única e incomparável no mundo.

A noite fomos à um espetáculo no Lido e adorei a experiência.

Le Lido é um show de cabaré e burlesco localizado nos Champs-Élysées em Paris, França.

Dessa vez aproveitamos e fomos conhecer o belo Palácio de Versalles.

Esse local era uma aldeia rural à época da construção desse castelo, mas atualmente é um subúrbio da capital francesa. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França, até a família real voltar pra capital em 1789.

Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou. Considerado um dos maiores do mundo, esse palácio possui 2 153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1 250 lareiras e 700 hectares de parque.

O Rei Luís XIV, apelidado de “o Grande” e “Rei Sol”, foi o Rei da França e Navarra de 1643 até à sua morte (1715). Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda História da Europa e, entre os reinados de duração historicamente comprovada, foi o mais longo da História da Humanidade, nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.

Paris | Castelos do Loire | Bordeaux

No dia seguinte saímos para a região dos Castelos do Vale do Loire, que é conhecida como o Jardim da França e o Berço da Língua Francesa. Aqui possui cidades históricas fofas, como Amboise, Angers, Blois, Chinon, Montsoreau, Nantes, Orléans, Saumur, e Tours, mas em especial para os seus mundialmente famosos castelos, como o Castelo de Amboise, Chambord, Montsoreau, Villandry e Chenonceau e dos seus vinhos famosos.

Atravessamos o Rio Loire, continuamos ao longo de belas paisagens até chegar ao maior dos castelos desta região: Chambord.

Castelo de Chambord

Depois foi a vez de visitar o belo e elegante Castelo de Cheverny.

E por fim, o castelo de Chenonceau.

Por dentro do Château de Chenonceau

Essa região é de conto de fadas! Só visitando para saber.

Descobri que conhaque além de ser uma bebida é uma região. Hahaha

Aí no final da tarde prosseguimos para Bordeaux, cidade hiper famosa pela qualidade dos vinhos produzidos em sua região. Aqui, fizemos uma verdadeira viagem pelos sabores e aromas dos vinhos, terminando com degustações de um legítimo Bordeaux.

Acho que a França toda tem histórico de vinhos maravilhosos, né?


Château d’Arsac, vinícola visitada em Bordeaux, França
Espaço enogastronômico em Saint-Émilion, próximo a Bordeaux

O centro histórico de Bordeaux foi considerado em 2007 Patrimônio da Humanidade pela instituição UNESCO. Passamos pela Praça da Bolsa, com os seus belíssimos edifícios do séc. XVIII e o seu espelho de água, pela Praça de Quinconces e o Rio Garonne.

Bordeaux | San Sebastian (Donostia)

Depois prosseguimos viagem para a maravilhosa região dos Pireneus e entramos na Espanha!

Nossa primeira parada aqui foi em San Sebastian (Donostia em Basco), uma importante cidade do País Basco, no litoral.

San Sebastian é uma cidade rodeada pela Baía da Concha, à beira do Golfo de Biscaia.

Presume-se que o povo basco tenha ocupado a Península Ibérica por volta do ano 2000 a.C. e tenha resistido as constantes invasões sofridas pela região ao longo dos séculos. Apesar da dominação romana, os bascos mantiveram sua língua, costumes e tradições, num processo de constante resistência. O interessante aqui é que a língua basca não tem nenhum parentesco com as línguas europeias, além de ser a mais antiga língua viva da Europa.

Placa em espanhol e na língua basca

Entre os séculos XV e XVI, essa região foi submetida ao Estado Espanhol, que havia sido iniciado com o casamento dos reis católicos Fernando e Isabel.

Quando chegamos na cidade estava tendo um Festival de Cinema, pena que não conseguimos participar, eu adoro a sétima arte.

San Sebastian| Burgos | Madri

Saímos do país Basco pela manhã, e chegamos em Burgos, localizada na comunidade autônoma de Castela e Leão. A cidade é famosa pela sua imponente Catedral gótica e pela nascimento do famoso “El Cid”.

Rodrigo Díaz de Vivar (Burgos, Espanha, 1043 – Valência, 10 de julho de 1099) mais conhecido por El Cid (do mourisco sidi, “senhor”) foi um nobre guerreiro castelhano que viveu no século XI, época em que a Espanha estava dividida entre reinos rivais de cristãos e mouros (muçulmanos). Sua vida e feitos se tornaram lenda, sobretudo devido a uma canção (a Canción de Mio Cid), datada de 1207, e cujo manuscrito se encontra na Biblioteca Nacional da Espanha, um referencial para os cavaleiros da idade média.

Depois passamos pela Serra de Guadarrama para chegar em Madri.

E por aqui ficamos 3 noites.

Madri – Toledo

Fizemos uma visita panorâmica pela cidade de Madri, percorrendo os seus principais bairros e monumentos:

Mercado de San Miguel

Praça de Espanha, com o monumento a Cervantes, Gran Via, a Praça Cibeles, o Passeio da Castellana, a principal avenida da cidade com os seus bonitos jardins e fontes, o Estádio, o Passeio do Prado, com o seu famoso museu, a antiga estação ferroviária de Atocha, o Parque do Retiro, a Praça de Touros de Las Ventas, a Praça da Porta do Sol e a Praça do Oriente (com o Palácio Real, o Teatro da Ópera e a estátua de Filipe IV).

Em Madri com o símbolo da cidade.
Monumento a Cervantes. As figuras de D. Quixote e do seu escudeiro Sancho Pança foi promovida pelo rei Alfonso XIII em 1915, para comemorar o terceiro centenário da publicação da segunda parte de El
Quixote.
Parque del Retiro
Praça de Touros de Las Ventas

À tarde, meus pais foram à cidade fortificada de Toledo, antiga capital de Espanha, que alcançou o seu apogeu nos séc. XIV e XV. Eles amaram! Toledo é hoje cidade-museu e Patrimônio Mundial da UNESCO.

Catedral de Toledo, Espanha

Eu fiquei em Madrid explorando mais a cidade, e aproveitei para entrar no Museu do Prado e também conheci meu primeiro templo Egípcio. O Templo de Debod foi construído no século II a.C., e foi doado a Espanha pelo governo egípcio para evitar que ficasse inundado devido à construção da grande barragem de Assuão.

Templo de Debod. Madrid
Fundada em 1894, a Chocolatería San Ginés está localizada no coração de Madrid e é reconhecida por servir o mais gostoso e famoso churros da cidade.
Protestos em Madri contra o desmantelamento dos serviços públicos

Madri | Ávila | Salamanca

Saímos de Madri no início da tarde, e chegamos a Ávila, terra natal de Santa Teresa de Jesus, fundadora da Congregação Carmelitas Descalças, da Igreja Católica. Num bonito mirante vimos toda a cidade, rodeada por 2.500 metros de muralhas medievais. Pena que dessa vez não entramos.

Ávila, Espanha

No início da tarde chegamos a belíssima cidade universitária de Salamanca, “a Cidade Dourada”, situada às margens do rio Tormes e declarada monumento nacional em virtude dos seus magníficos edifícios dos sécs. XVI, XVII e XVIII, tendo o melhor conjunto espanhol de arquitetura renascentista.

Salamanca, Espanha
Praça em Salamanca

Realmente a cidade chama a atenção pela beleza. Detalhe para a Casa das Conchas, um palácio do séc. XVI cuja fachada se encontra repleta de conchas de vieira, o símbolo de Santiago, além das Catedrais Nova e Velha dos séc. XVI e XII, respectivamente e a magnífica Plaza Mayor, construída por Felipe V e considerada a mais bela de toda a Espanha. Eu nunca sei quem faz essas votações de “a mais bonita da Europa, a mais bonita do país X.” Num continente com tanta arquitetura maravilhosa, é difícil escolher, além de beleza ser um conceito completamente subjetivo. Eu sei que realmente, depois de tanto tempo, esse Palácio das Conchas ficou gravado em minha memória, como se eu tivesse visto ele ontem. É realmente impressionante.

Salamanca | Coimbra | Fátima | Lisboa

Hoje foi um dia bastante “produtivo”. Rs. Saímos de Salamanca e entramos em Portugal, rumo à Coimbra, uma das cidades portuguesas mais importantes, situada às margens do Rio Mondego, terra natal de vários reis e capital de Portugal até 1256, além de sede da mais antiga Universidade do país, fundada em 1290. Gente! A Universidade é muito mais antiga que o Brasil! Eu realmente me choco com essas datas européias. Coimbra me lembrou à amada Ouro Preto, pela bonita e familiar arquitetura barroca.

Vista de Coimbra
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, Coimbra, Portugal

Depois visitamos o Santuário de Fátima, um dos principais locais Marianos. E aqui foi impossível não lembrar de nossa Basílica de Aparecida, no Brasil. Ambos os lugares são locais de peregrinação católica.

Santuário de Fátima, Portugal

Então finalmente chegamos Lisboa e, à noite, fomos a um jantar numa típica Casa de Fados, ao som da música tradicional portuguesa, com danças folclóricas do país e comemos o tradicional bacalhau.

Jantar e show de fado, Portugal

Lisboa e Queluz

Depois do café saímos para passear por Lisboa, e que lugar agradável e tão familiar! Vimos a Praça Marquês de Pombal, Avenida da Liberdade, Praça dos Restauradores, Praça do Rossio e a Baixa Pombalina. Visitamos o bairro histórico de Belém, onde se situam a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos e o Mosteiro dos Jerônimos, construído no séc. XVI por ordem de D. Manuel I.

Torre de Belém, Portugal
Loja famosa dos Doces tradicionais portugueses
Mosteiro dos Jerónimos

Cascais, Estoril e Sintra

Em nossa estadia em Portugal também tivemos a oportunidade de visitar 3 cidades coladas em Lisboa: Cascais, Sintra e Queluz.

Cascais é uma vila, com boas praias e que era residência de verão de reis e rainhas de Portugal.

Cascais
Quando eu conheci Cascais disseram que era a “Barra da Tijuca” de Portugal.
Meu pai pelas ruas de Cascais.

Depois passamos pela arborizada Sintra, que durante muito tempo foi um santuário real.

O Palácio Nacional de Sintra, de estilo mourisco e manuelino, é muito turístico e distingue-se pelos elaborados azulejos internos.

Palácio Nacional de Sintra, Portugal

O Palácio Nacional da Pena do século XIX, no topo da colina, é conhecido pelo design extravagante e pelas vistas deslumbrantes. “Pena” que a gente não conseguiu ir nesse, e ainda faltou visitar a Quinta da Regaleira.

Pelas ruas de Sintra, Portugal

Logo após seguimos para o Palácio Nacional de Queluz. É do século XVIII e um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa. Foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal.

.

Chegando ao Palácio Nacional e Jardins de Queluz

Serviu também como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I enquanto sua loucura continuou a piorar após a morte de D. Pedro em 1786.

Detalhes internos do Palácio Nacional e Jardins de Queluz, Portugal

Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal.

Palácio Nacional e Jardins de Queluz

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